quinta-feira, 24 de junho de 2010

Polônia

Estou escrevendo sobre as aventuras e desventuras da Polônia depois de ir pra Grécia, infelizmente talvez eu deixe de registrar alguns fatos, mas vou me esforçar para fazer o melhor e se algum dos meus companheiros de viagem me relembrar algum fato que esqueci irei retificar o blog.


Tudo começou em Dortmund onde olho pra o Tomaz e digo:

-Tenho uma proposta pra te fazer.

Ele me olha com uma cara assustada:


- Ai ai ai, lá vem bomba.
- Vamos pra Polônia.
- Ahh, leste. Curti, vamosss certo.

Compramos as passagens, o carioca se pilhou de ir conosco e nos mandamos para o oriente europeu.

Chegando lá fomos comprar slots, moeda local e já ficamos felizes de saber que cada euro comprava mais de 4. Saímos para caminhar e já encontramos o Wawel, castelo enorme na beira do rio, onde boa parte da história da Polônia foi construida.

Almoçamos, ou melhor, tivemos nosso primeiro banquete... O carioca pede um salmão e Tomaz e eu querendo comer algo diferente pedimos uma carne ao estilo Moscow. Esperávamos um bife ou algo do gênero, mas quando vem os pratos para nossa surpresa tínhamos pedido uma sopa. Nos olhamos com uma cara de desapontamento até comermos a primeira colherada, deliciosa, realmente nos deliciamos. Quando vimos o preço nos apavoramos... Não tinha sido nem 5 euros com bebida e tudo. Começamos a amar a Polônia.

Na tarde resolvemos ir às famosas minas de sal, o que pessoas normais fariam? Pegariam uma excursão, mas nós não... Decidimos pegar um trem, depois de uma hora uma palavra em polonês que parecia com o nome de nossa estação é falada, não sabíamos se descíamos ou não, eu desci, Tomaz na porta quando o trem começa a se mover e eu gritando para eles descerem, Tomaz pula e o carioca vendo o trem ir cada vez mais rápido salta de última hora. Quando olhamos estamos no meio do nada, aí descobrimos que não era nossa estação. Porém os guerreiros caminharam campo a fora até as tais minas de sal. Descemos uma pancada de degraus e chegamos aos 130 metros abaixo da terra, onde eram os túneis da mina. Muito bonito, tudo diferente, lá se encontra a maior igreja subterrânea do mundo, lagos, estátuas, caminhamos quase 3 km em baixo da terra e eu pensando: quero só ver como vai ser para subir. Mas ainda bem que alguém já tinha pensado isso antes de mim e colocou um santo elevador.

Na volta da mina talvez tenha ocorrido os episódios mais xaropes e cômicos da viagem. Encontramos 2 brasileiros e uma polonesa namorada de um deles na mina, e pegamos o ônibus de volta com eles. Eles nos dizem que compram o ticket só porque estão com ela, pois nunca viram fiscalização. Falaram para comprarmos e não validarmos em uma maquininha do ônibus e caso algum fiscal entre vocês validam. Pronto, os brasileiros querendo ser malandros resolvem fazer isso, duas paradas adiante entram DOIS fiscais, um pela porta da frente, um pela de trás. Nós prontamente vamos para máquina validar, é aí que descobrimos que eles travam as máquinas quando entram nos ônibus, uma menina polonesa ainda faz o comentário, “iii, acho que é tarde de mais”, quando os ficais chegam em nós começa a confusão, nós dizendo que não sabíamos, que no Brasil é diferente, e eles irredutíveis, 70 slots de multa, mas depois de muito choro eles nos deixam validar e vão embora, uuu que sufoco.

Ainda no mesmo ônibus, entra um bêbado e nos manda ficar quietos, não demos a menor atenção para ele, quanto vemos ele se levanta da um peitasso no Tomaz e fica me olhando nos olhos, louco para brigar, a namorada polonesa do Ricardo começa a xingar ele e todo ônibus com vergonha de um daqueles estar manchando a imagem de seu país, ele vai se sentar. Depois de um tempo novamente ele vem para nosso lado, mas agora como amiguinho, oferecendo vodka. Conversamos um pouco com o chato que resolveu descer conosco do ônibus, quanto quisemos seguir nosso caminho e não ficar tomando vodka com ele virou nosso inimigo novamente e nos mandou a tudo que é lugar.

Cada um que me aparece.

Na noite depois de algumas cervejas decidimos comprar uma vodka, com certeza polonesa, aí ocorreram alguns fatos que não vou relatar, uma porque o que acontece na noite fica na noite e outra porque depois de uma garrafa de vodka e três semana é bem difícil de lembrar. Apenas sei que no fim tivemos que voltar carregando nosso amigo carioca que não conseguia parar em pé, mas isso acontece até nas melhores famílias.

Outro dia acordamos com uma pequena ressaca mas como guerreiros em 10 minutos estávamos todos bem e pegamos o ônibus para famigerada Aushwitz, depois de 2 horas e tanto chegamos à cidade, comemos o segundo banquete, com direito a sunday e tudo mais e nem preciso falar sobre o preço. Agora sim estávamos prontos para enfrentar de vez a história.

Primeiramente fomos em Aushwitz I, é realmente uma sensação muito estranha estar entrando lá onde há não muito tempo todos queriam sair, um clima pesado e de nostalgia toma conta da pessoa, olhar fotos das pessoas mortas, olhar o muro de fuzilamento, câmara de gás, cubículos de 0,25m² para 4 pessoas, sem entrada de ar. Começa a bater uma raiva e o pensamento de como uns seres humanos podem fazer isso com outros. Fomos pra Aushwitz II, Bierknau, é onde os trens chegavam trazendo as próximas vítimas da fábrica de morte, porque são casinhas para "criar" o que para eles eram animais, e duas estações, agora destruídas, para matar pessoas seja com gás ou queima-las.

Ler em livros a história é uma coisa, estar onde ocorreu é muito diferente.

Perdemos o último ônibus para Krakow, porém com mais uma demonstração da gentileza polonesa uma guia nos deu carona até a estação de trem e conseguimos voltar, depois de três horas chegamos em Cracóvia debaixo de uma enorme chuva, a noite se resumiu em um carreteiro e algumas cervejas polonesas, que para a supresa de muitos são muito melhores que as alemãs.

Terceiro dia ficamos por Cracóvia mesmo, fomos ao bairro judeu, onde visitamos o museu judáico, tivemos nosso terceiro banquete em um restaurante Georgiano, fomos ao bairro comunista para deixar o nosso amigo Tomaz nas alturas vendo os lindos prédios cinzas e quadrados.
Nesse bairro também aconteceu um episódio cômico, Tomaz todo animado chega com um folheto para um morador perguntando onde era a estátua de Lenin que estava com todo esplendor ilustrada, o homem em meio de gargalhadas abafadas diz que já foi derrubada há alguns anos, a cara de quem perdeu um doce de nosso querido amigo foi de dar pena e também de depois de algum tempo causar muitas risadas.

Fomos para praça central de Krakow fazer compras, onde no total sobrou 27 slots entre os 3, ainda tinhamos que jantar e pegar o ônibus que para todos custaria 10,50, nisso o Tomaz acha 5 euros na carteira e troca por slots, resultado, sandwiches saborosos com bom presunto e ótimo queijo e nada menos que 12 cervejas polonesas, que as long necks tem 660ml e 8% de álcool, mais uma noite de agitação no hostel.

Outro dia, avião de volta para casa e esperar pela Grécia. Que como já fui posso afirmar que é maravilhosa, mais isso só no próximo episódio.



segunda-feira, 7 de junho de 2010

Bélgica

O que diferencia um programa de índio de uma aventura? Talvez se confundam, talvez se completem... Mas por favor me enterrem quando eu parar de fazer isso!

Tudo começa em um sábado no qual Tomaz decide vim para Aachen, chega as 10 e pouco da noite e já vamos para balada. Encontramos mais brasileiros os quais nos disseram que iriam para uma praia na Bélgica no domingo, pronto, os dois guerreiros já decidiram ir junto.
O combinado era 8 horas na estação, acordamos 9:30, depois de 3 horas de sono, nos olhamos e prontamente falamos "VAMOS". Bus até a Bélgica, compramos um ticket com direito a 10 viagens e embarcamos para as 3 horas até a praia.


Depois de problemas técnicos no trem e parecer que a viagem estava durtando 10 horas chegamos a Oostende, Mar do Norte, muita gente e um clima litorâneo, maravilha.
Sensação maravilhosa de colocar os pés na areia, e obviamente tinhamos que tomar um banho no Mar do Norte, apesar da água estar perto de 10ºC. Quase congelando curtimos a água e até pulamos ondas, pareciamos criancas.

Encontramos os brasileiros que nos informaram que teria o ultimo trem de volta em 1 hora, mas ainda não estava suficiente para nós. Decidimos ir para Gent, cidade próxima na qual mora nosso amigo Pedro.
Chegamos em Gent as 10 e pouco da noite, depois de 1h de atraso no trem, e o pior sem conseguir falar com o Pedro, peguntamos para as pessoas na rua sobre onde usar internet ou achar um hostel e ninguém sabia, apesar de serem prestativos. Nos restou tomar algumas cervejas, tirar fotos e achar uma escadaria no lado de uma ponte e do rio para dormirmos. Deitamos em nossas mochilas e apesar de cabreiros dormimos, acoradmos algumas vezes por frio ou pela luz, mas isso resolvemos colocando meia ou cueca na cabeca e nos tapando com toalhas de banho, experiência nova na minha vida, nunca tinha dormido na rua, deitado no chao.

Acordamos 5 da manha com uma dor no corpo enorme e morrendo de frio, corremos para esquentar e fomos a mais uma jornada de turismo, apenas os dois na rua conhecendo Gent, cidade medieval, realmente muito bela. Após percorrermos todos pontos de Gent nos encaminhamos para Bruxelas, uma dormidinha necessária no trem e chegamos a capital.
Bruxelas é bonita, arborizada, tem igrejas interessantes e é sede do parlamento europeu, para mim não passa muito disso, perde de muito para a exótica Gent.

Depois de tudo isso fizemos a jornada de volta pra Aachen, onde, depois de um banho, ainda deu tempo para mostrar para o Tomaz as contruções de Carlos Magno e tomarmos um cerveja de trigo com banana, parece nojento, mas é um sabor bem agradavel.

Próxima postagem, Polônia!



quinta-feira, 13 de maio de 2010

Berlin

"Vou começar com uma frase, a primeira que me vem à cabeça. Mas e se não vem nenhuma? Não vem nenhuma. Se sou obrigado a me perguntar a propósito dessa possibilidade é porque ela já aconteceu : não veio nenhuma frase.

O pensamento está sempre um pouco (às vezes muito) à frente dessa mão que escreve. Escrever não é falar, também não é só pensar, mas tornar público um pensamento. Mesmo quando se escreve sem nenhuma intenção de publicar, mesmo quando se guarda a sete chaves o diário, o fato de colocar as palavras no papel configura uma passagem do íntimo para o público, do interior para o exterior ; há registro, e esse registro só pode ser fora de mim. Uma porta se oferece ao exterior."

Cheguei em Berlin sozinho, depois de um voo com um tempo muito bonito no qual pude ver balões e outros aviões pelo caminho.
De ônibus vou para o meu albergue mas por um descuido desco em uma parada errada em um subúurbio da cidade, mas como é a europa foi só o incômodo de esperar outro ônibus, claro que degustando uma Weiss Bier.

Sexta feira meio dia encontro o Paulo, ex colega de cursinho que está morando em Londres, fomos visitar o Portão de Brandeburgo, Bundestag (parlamento alemão), e já vimos um pedaco do famigerado muro. Aproveitamos e fomos paro o Checkpoint Charlie, ponto mais famoso de passagem do lado ocidental para o oriental, é um clima muito estranho estar em um lugar onde teve uma história tão marcante, alí sao preservados placas e a casa de controle. Relamente fechando os olhos dá pra sentir um pouco do clima da época da guerra fria.


Como não poderia faltar, depois de muitos fazerem a propaganda de Berlin ser a melhor noite da europa, fomos para balada, depois de alguma procura achamos um bar um pouco escondido com um clima meio antigo e tocando rock que não passava dos anos 70, uma festa realmente muito legal e diferente.

Sábado fomos a Torre de TV, catedral, onde fomos até a cupula, bem interessante, ficamos um tempo em um lugar alternativo com vista para o rio Spree de um lado e o muro do outro e nesse meio muitas pessoas de tudo que é tipo jogadas no chão curtindo sol.
Na noite ficamos sabendo de um lugar, Café Burguer, e fomos conferir, no que entramos começamos a testemunhar algo totalmente diferente do que conhecemos, um clima cult, com uma música meio estranha, descobrimos que o DJ é um escritor russo famoso e que também coloca som em algumas festas. Realmente não tinha como não dancar as músicas russas que ele colocava e quando se via ninguém estava parado na festa. Realmente Berlin nos mostrou uma noite muito diferente, confirmando a fama de ser uma das melhores da Europa.

Domingão fomos ao Zoológico, eu estava muito curioso pra ver os tais ursos, e realmente é muito legal, o urso panda que parece de pelúcia gigante, os ursos polares que de longe já mostram a sua imponência, lobos, gorilas, elefantes, girafas, tigres, panteras e muitos outros animais muito interessantes. Passeio muito legal de se fazer.
Saindo do zoo passamos por um parque e sempre escutei que na Alemanha as pessoas ficam peladas nos parques, pensei que fosse uma ou duas, mas quando vejo quase uma centena de peladoes deitados, sentados, conversando no parque, e as pessoas vestidas passando do lado na maior naturalidade, digamos que isso no mínimo é estranho.

No fim da tarde fomos ao Mauer parque, ou parque do muro, lugar no qual reflete muito o clima de Berlin, alternativo e sem muita preocupação do que as outras pessoas pensam, lá tinham malabaristas, um karaoke onde apenas cantava gente muito boa e ainda na noite deu tempo de irmos a um bar com uma amiga brasileira que conhecemos, onde do nada comeca a tocar MPB, descobrimos que o DJ é um alemão apaixonado pelo Brasil e suas músicas.
E assim acaba mais uma viagem, enchendo de cultura, sentimentos, e lições que levaremos para o resto da vida. 

Um muro pode destruir vidas, seja esse muro exterior ou interior... Pense nisso!!!!!




terça-feira, 11 de maio de 2010

Aachen

As últimas semanas passei em Aachen, fiz algumas festas bem interessantes…


Primeiramente decidi ir mesmo que sozinho em um forró que teria aqui, depois de umas cervejas em casa me encaminhei, chegando lá conheci uma brasileirada, quase não tinha alemães, foi ai que Aachen comecou a ficar diferente para mim… Depois do forró que acabou cedo, fui com outro gaúcho, dois cearences e mais uns espanhois para uma festa completamente louca em um Bunker da Guerra. Agora imaginem, totalmente underground, em todos sentidos da palavra.




Outro dia, os brasileiros já me convidaram para um churrasco, tá certo que com linguiça e frango, mas o clima estava ótimo e além do mais tudo era regado pelos mais diversos tipos de cerveja européias, delícia.
Em uma quarta feira teve a festa de início de semestre letivo, com 15 bares participando e ônibus levando de um para outro, antes de ir para esses pub porém fui em um aniversério de um amigo alemão que fala português, e tive contato com o pessoal da alemanha mesmo, rolava uma total mistura de línguas, inglês, espanhol, português, alemão, mas todo mundo conseguia se comunicar. Depois toda essa turma foi e agitou em alguns bares.

Fiz aniversário aqui, primeiramente fiquei apreensivo pelo fato de estar longe da família e dos amigos mas recebi o carinho de muita gente pelo orkut, msn e até me ligarem. Além do mais meus amigos Mauricio e Daniela aqui de Aachen comemoraram comigo em uma festa com pizzas e cerveja. Sendo assim fiquei super bem e aqui estou eu com 23.

Próxima postagem falarei das histórias de Berlin.



sábado, 17 de abril de 2010

Paris

Depois de algum tempo sem postar crie um animo para escrever.


Talvez esse ânimo estivesse faltando porque é muito difícil falar sobre um singela cidade, pequena e sem graça, sem praticamente nada para se conhecer e se fazer chamada Paris.

Bom, todos devem estar me achando um louco, e com certeza isso é uma loucura.



É sim difícil escrever sobre Paris, porque é difícil colocar no papel emoções… e Paris é a cidade das emoções. É encantadora, é amável, é linda, é simplesmente de tirar o fôlego.

Histórias, acontecimentos Mauricio?? Ahh, sim. Tinha esquecido essa parte.

Chegando no Charles de Gaulle em Paris pegamos o trem para a cidade, primeira coisa imponente que vemos não trás nenhuma boa lembrança, o Stadium de France… Onde o Brasil tomou os 3 em 98.

Mas segue o baile, chegando à cidade vemos uma pontinha em cima dos prédios e sim, era ela, Torre Eiffel!

Depois de Tomaz e eu largamos as mochilas no albergue e encontrarmos o Joaquim (novo companheiro de viagem que mora em Turim) tivemos que ir ver de perto a Torre, e quando se vê ela inteira, imponente logo se pensa… Meu Deus, nunca imaginei que um dia viria aqui, seria isso um sonho? Talvez sim, um sonho que estava vivendo acordado.

Voltamos para o albergue para a primeira noite de queijos e vinhos nacionais… Ainda nessa noite conhecemos dois catarinas e saímos para vermos a Torre iluminada de noite, com muito vinho na cabeça a noite foi bastante agitada. Coisas que acontecem à noite ficam na noite!!!


Segundo dia, fomos de bicicleta, que tem nas ruas de Paris e por meia hora é gratuita, para o Arco do Triunfo, passando pela torre Eiffel e a chique Champs-Élysées, subimos no arco que tem uma vista deslumbrante da cidade, almoçamos e na tarde encontramos o Tiago, fomos à catedral de Notre Dame depois a Quartier Latin, lugar cult de Paris. Na noite acompanhados de mais dois amigos, Juliana e Both, pra variar queijo e vinho e com um carreteiro gaudério que me meti a fazer pra galera. Ainda deu tempo para bêbados darmos uma volta pela Montparnasse, um dos bairros Boêmios de Paris.

Falamos com as pessoas de Paris e não tivemos nenhum problema com o tal xenofobismo e essas coisas, nos viam falando em português entre nós e quando falávamos inglês com eles sempre foram super educados e prestativos. O problema deles é mesmo com ingleses e americanos!

Sábado em Paris, fizemos o caminho pra quem tem tempo, pelas coisas nem tão famosas, primeiro La Defense, coração financeiro da cidade, com prédios moderníssimos muito interessantes, depois seguimos até Le Petit Palace e o Hospital Les Invalides, onde está a tumba de Napoleão Bonaparte, e o museu das guerras...
Dalí fomos até a Praça da Bastilha e a Praça da República, onde encontramos um bar brasileiro com música ao vivo, inacreditavelmente tomamos Skol por preço de ouro, mas valeu pelo sonzinho.

Domingão começou com uma ida ao Louvre, para ver a Monalisa, Vênus de Milo, Código de Hamurabi e tirar foto com as obras das 4 tartarugas ninjas. Interessantíssimo o museu, mas o auge de Paris estava guardado para tarde. Subir na Torre Eiffel!!!

Após algum tempo para subir os 330 metros se tem a recompensa, uma vista linda, uma sensação maravilhosa. Como eu já disse, Paris é feita de emoções, e emoções não se explica, se vive.

Depois disso, tudo é satisfação, a dor nas pernas de tanto caminhar desapareceram e nos deu um animo para ir até o Sacre Coeur, Moulin Rouge e ainda conhecer uns italianos muito parcerias com quem agitamos na ultima noite, regados a que? Muito vinho!!!

Bom, acabou e todos voltamos com a alma lavada, com a felicidade no rosto…

  

segunda-feira, 22 de março de 2010

Londres

Londres, ahh Londres. Nunca imaginava que Londres seria como foi, na verdade nunca gostei muito de Londres, quando pensei em intercambio para aprender inglês me falavam as cidades e a primeira cidade a ser descartada era ela. Londres foi um verdadeiro caso de preconceito de minha parte.
Depois dessa divagação barata de minha parte vamos ao que interessa, fatos.
Comecei a trip sozinho com uma viagem de trem de 3 horas até o aeroporto de Weeze onde encontrei os outros 2 mosqueteiros, Tiago e Tomaz.
Chegando a Londres fomos parados na imigração, Tomaz e eu (Tiago é um semi-europeu), muitas perguntas foram feitas e sempre respondidas conjuntamente por nós com uma desconfiança do policial, mas no fim das contas fomos liberados, convencemos ele que não queríamos morar em Londres e sim visitar Londres.
Chegando à cidade descemos do ônibus exatamente na Baker Street, é gente, bem na rua do Sherlock Homes, fotos, emoção com cabines telefônicas e ônibus de dois andares e depois de uma hora de caminhada chegamos ao hostel na madrugada, depois de algumas reclamações conseguimos dormir.
Sexta caminhamos pelo Hyde park, laguinho, monumento a princesa Diana e chegamos ao palácio de Buckingham, fotos e caminhada até o Big Ben e Tâmisa. Uma voltinha na London eye, essa roda era mesmo gigante, vista de toda Londres e nós cada vez mais encantados.
Mais uma caminhada, gente caminhando o turismo ganha um tom ainda mais colorido, para almoçar em chinatown, onde aparece uma pessoa falando que nós éramos gaúchos, conversamos e conhecemos o paulista motoboy Roberto, nos levou para visitar a Picadilly Circus, onde nos mostrou lojas com promoções espetaculares e começamos a ter certeza que Londres ser cara é só fama.
Fomos ao museu de cera Madame Toussaud, muitas fotos, piadas e conhecemos a Luiza, uma carioquinha muito simpática.
Saindo do musem happy hour em um pub tipicamente inglês, agora em 4...
De noite saímos para dar uma volta e vimos como é a noite de Londres, gente de tudo que é tipo e lugar do mundo. Incrível.
Sábado, nós 4 fomos as British museum, ficamos algum tempo, mas nenhum tem muita paciência de ficar olhando coisinhas em museu, fomos conhecer o Tower Bridge, St Paul Cathedral e uma linda caminhada pelo Tâmisa até o teatro de Shakespeare.
Risada, diversão, como é ótimo ter bons amigos, como é bom ter uma garota linda e querida do lado...
Voltinha pelo Hard Rock London, e começar a se preparar pra volta, mais uma volta pela noite Londrina, mais algumas Guiness e fomos para o aeroporto ficar deitados esperando as quarto horas pro vôo de volta.
Por fim quero agradecer a Luiza por ter feito minha viagem muito melhor.
Quero pedir primeiramente desculpa para Londres pelo preconceito.

E só me resta agradecer: OBRIGADO LONDRES, espero voltar!!!!

 

terça-feira, 16 de março de 2010

Sem muitas novidades.

>Essas últimas semanas não postei nada por preguiça e por não haver fatos muito relevantes, porém vamos aos acontecimentos.
Há duas semanas comprei uma bike espetacular, agora ela é minha companheira na Alemanha, com ela subi em uma torre no alto de um morro e tirei algumas fotos de Aachen vista por cima.
Comecei a academia, levei xingão por ir de regata e também por ir com o mesmo tênis que estava na rua, é são cheios de coisa, mas já faz alguns dias que ninguém me incomoda.
Semana passada teve congresso em Aachen, estavam os grandões de várias empresas multinacionais como BMW, Airbus, Siemens entre outras e eu lá no meio perdido, mas estava super legal. As comidas dos almoços e principalmente da janta principal estavam maravilhosas e os vinhos não da nem pra comentar. Uma das coisas boas da Alemanha é poder comer camembert e gorgonzola franceses, tomar vinhos italianos, comer chocolates suíços tudo por um preço muito acessível.
Quinta feira estarei indo pra Londres, então certamente terei novas historias.
As passagens para Paris e Berlin já estão compradas. É, to visitando tudo aquilo que os professores de história me falavam; Quem imaginava…